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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

boa Escolha

por António Simões, em 09.09.15

Os meses de verão apresentam um vasto leque de ofertas para ocupar os tempos livres, motivo pelo qual o registo no blog teve a mesma actividade que o exercício da presidência da república tuga dos últimos anos... De resto, regresso e espero que em força... Começo então pelo tema que mais tem ocupado a CMTV desde meados do mês de Novembro do ano passado, pois depois de um período de gestação o parto, apesar de difícil com recurso a fórceps e tudo, acabou por ser concretizado e o recluso José Sócrates deixou a sua residência de Évora, para regressar à capital. E não poderia ter escolhido melhor local do que uma casa situada numa rua em obras. Digo isto porque com jornalistas do calibre daqueles que pertencem aos quadros desse canal de televisão, o melhor mesmo é aguardar que uma viga lhes caia em cima da pinha, ou então que um buraco lhes pregue uma boa partida. Desse modo sempre se evitava o jornalismo que se preocupa com os ingredientes de uma pizza, e reportagens afins que enchem o chouriço da programação de um meio noticioso que se encontra sempre antes das notícias...

malefícios do Running

por António Simões, em 26.07.15

O Juíz de todos os processos, o homem do martelo mais poderoso da magistratura tuga, efectua as suas avaliações com uma prudência tão ponderadamente cautelosa, que mais dia menos dia terá que ser feita uma re-avaliação do significado das palavras cautela, ponderar e prudência, no sentido destas passarem a ser sinónimo de Carlos Alexandre. Exemplo disso mesmo foi a recente deliberação deste homem da toga, ou beca, como o leitor preferir, relativamente à melhor forma de colocar em cativeiro o homem da nota, Ricardo Salgado. Depois de 12 horas de interrogatório, com direito a pausas para os aliviamentos fisiológicos necessários, Magno Grande, perdão, Carlos Alexandre, considerou não existir qualquer perigo de fuga do arguido Ricardo Salgado. Ou seja, se no caso de Sócrates, o homem que veio de avião para ser preso, a prisão foi o seu destino, no caso de Ricardo Salgado a ida para casa foi o suficiente para garantir o cumprimento da Dura Lex Sed Lex, não precisando sequer da pulseira electrónica. Recorrendo ao jargão futebolístico, perante esta dualidade de critérios só se pode tirar uma conclusão possível: Sócrates foi para a choça porque, ao contrário de Ricardo, o antigo primeiro-ministro é um praticante conhecido de jogging, ou running como agora é moda chamar, de modo que o Juiz teve em conta essa capacidade atlética na avaliação do perigo de fuga. Como diz o ditado "pernas para que te quero"... 

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