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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

categoria - Restos?

por António Simões, em 12.10.18

Confesso que a alegria proporcionada ao ler a notícia me impediu de fazer uma investigação mais aprofundada, motivo pelo qual peço desde já a minha desculpa pela falta do rigor e profissionalismo. De qualquer modo é com regozijo, fleuma e patriotismo que vivo o dia em que a tugalândia sai oficialmente do estado de "Lixo", depois de sete anos, três meses e dois dias, numa data que ficará para a história pela unanimidade opinativa das três grandes agências ao serviço do capitalismo em relação a esta bela horta à beira mar plantada. Também conhecidas por serem entidades que classificam o nível de risco sobre a qualidade de crédito, as agências de Rating são no fundo uma espécie de "Master Chef" da economia mundial, provando os pratos servidos pelas economias nacionais, efectuando depois as suas deliberações acerca da qualidade dos repastos. Esta comparação com o mundo da culinária é a melhor forma para explicar as categorias de classificação das agências, a pessoas como eu que tenham poucos conhecimento na área da economia. Assim, apesar do nosso tecido empresarial ainda não estar no patamar que permita almejar uma pertença aos melhores menús da economia mundial, tendo saído do lixo já podemos estar satisfeitos por estar numa espécie de categoria de "restos" - não vale a pena deitar fora, e sempre se pode "comer" quando não há tempo ou nada melhor para o jantar...

valores de Hoje

por António Simões, em 10.10.18

Muita tinta tem corrido desde o momento em que uma alegada vítima se libertou de umas alegadas grilhetas, devidamente apertadas por um alegado contrato de confidencialidade, documento que alegadamente existe e que terá sido assinado pela própria e por um alegado agressor, pessoa que não é de todo desconhecida para a opinião pública mundial, que prontamente se polarizou numa onde de solidariedade, seja do ponto de vista da suposta vítima seja do lado do possível agressor. O assunto terá o seu desenvolvimento, e não tendo qualquer opinião em relação a qualquer dos lados acho que até ao momento subscrevo totalmente as palavras de António Costa, acreditando num dos pilares do estado de direito e da justiça que defende que até prova em contrário todos temos direito à presunção de inocência, ficando a cargo das autoridades o escrutínio da verdade. O que me deixe verdadeiramente intrigado, ou melhor, estupefacto, é a diferente reacção da sociedade sobre este assunto, em relação a outro(s) que envolve(m) também a figura masculina do presente caso. Perante algo que ainda não sabemos o que é, as opiniões surgem, os debates são feitos em horário nobre, os defensores e os detractores digladiam-se numa contenda de argumentos sobre uma coisa que só duas pessoas sabem verdadeiramente a verdade nua e crua, o mesmo não se tendo passado em relação ao momento em que o mundo soube da descendência mono-parental de um dos maiores astros do fenómeno desportivo mundial, num verdadeiro atropelo documentado e evidente em relação à decência e aos direitos de quem pisa esta esfera. Enfim, valores de hoje num mundo cada vez mais decadente e privado de ventos de bom senso...

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