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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

animais em Casa

por António Simões, em 28.04.18

Ao fim de apenas dois meses, e julgando impossível verificar uma situação prevista agora por decreto de lei, dei comigo hoje a presenciar algo de inédito e insólito, pelo menos para a minha pessoa. O caso passou-se na entrada de um estabelecimento comercial onde se servem refeições, espaço comummente conhecido como restaurante, local onde estava uma pessoa com o seu "boby". Ocupando parte da entrada tinha então o animal, que não tendo o porte de um pastor alemão não ficaria envergonhado se tivesse que se defrontar com um, devidamente preso pela trela junto ao seu dono, ao qual tive que pedir gentilmente que tirasse o cão da entrada, pois por muito que me digam que não faz mal eu cá prefiro não me fiar na virgem, pois para a corrida não tenho grande jeito. O certo é que depois de eu entrar confirmei, pela conversa de outra pessoa afecta ao par da entrada com o gerente do espaço, que a ideia seria usufruir do direito adquirido  pelo canídeo por decreto de lei de acompanhar os seus donos, salvo se o gerente não o permitisse. Felizmente para mim e para os restantes comensais e infelizmente para o cão e seus donos, o restaurante teve a fortuna de ter um gerente de bom senso que não permitiu a entrada, fazendo assim também valer os seus direitos de recusar a frequência de animais de companhia. Gosto muito de animais, mas já diz o ditado que cada macaco deve permanecer no seu galho, e quem quiser comer com os animais à mesa, que o faça confortavelmente em sua casa. Animais de estimação não faltam, e não se confinam ao fiel amigo do homem, e pergunto-me como seria o ambiente num restaurante onde numa mesa estivesse o canário da Dona Mercedes, noutra o gato da Adriana, e mesmo ao lado o pitbul do Zé Fresco...

o Ilusionista

por António Simões, em 27.04.18

No mundo do futebol o dia de hoje ficará para a posteridade como o dia em que Andrés Iniesta anunciou a sua despedida do seu clube de sempre, o F. C. Barcelona. Na cronologia futebolística os 22 anos da sua carreira inteiramente ligada a um mesmo clube é algo que cada vez mais se torna uma raridade, e exemplos como este podem muito bem estar em vias de extinção. Iniesta despede-se porque sabe que não pode continuar a ser e a dar aquilo a que habituou todos os que gostam de futebol, e sai pela porta grande como ainda se viu na final da Copa Del Rey, jogo em que deu um verdadeiro recital daquilo que ele melhor sabe fazer. A inalienável força do tempo vai cobrando a sua factura e pouco a pouco vai desaparecendo aquele Barcelona de encantar, que forneceu a matéria prima para fazer da selecção de Espanha a dona do Mundo do futebol por vários anos, num estilo que já registou a sua marca na história. Iniesta jogou com os melhores, e contra os melhores, num registo de humildade que deveria fazer escola, mas que infelizmente não faz porque os bons exemplos não pagam a publicidade de um mundo cada vez mais medíocre. O "ilusionista" palmilhou os relvados destilando algo que eu considero como uma mistura de partes de Messi e Xavi - a capacidade de drible do argentino aliada à visão de jogo do maestro espanhol. Na memória ficará muito, mas sem dúvida alguma que nunca esquecerei a final do Mundial de 2010, quando esse pequeno espanhol marcou o golo da vitória e fez festejar um incógnito português, de uma forma que anos mais tarde não o fez. Obrigado, e até sempre Andrés.

a Origem

por António Simões, em 06.04.18

Sendo um daqueles autores conhecidos pelo sua indelével marca registada de prender o leitor da primeira até à última página, escolhi este livro por isso mesmo, certo de um resultado final apaixonante. Claro está que desde aquela tarde soalheira, já lá vão muitos anos, em que devorei o "Código da Vinci" acabado de comprar numa feira do livro de Abril, outros livros se seguiram e não se poderá estabelecer qualquer comparação possível pelo facto do primeiro ser único e irrepetível. Apesar de tudo, ler Dan Brown continua a ser uma garantia de aprendizagem num ritmo que se encaixa perfeitamente na narrativa e guia o leitor numa viagem ao conhecimento, apimentada pelo frenético enlace com o seu simbologista de eleição. Neste livro, e não revelando qualquer pormenor da história, Dan Brown esteve por momentos à beira de um precipício ao qual eu chegei a pensar que ele fosse cair, mas no final soube dar uns passos atrás para se redimir de se ter aventurado num enredo em que o argumento principal tem tanto de batido como de inexplicável. O melhor desta obra fica-se mesmo pela acção, habitual no dia-a-dia de Robert Langdon, e espero que numa próxima obra o seu estilo se mantenha como sempre, mas escolha um tema mais ao estilo do seu primeiro livro.

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