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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

receita para Comício

por António Simões, em 31.05.11

 

Aqui vai uma receita que com toda a certeza fará de qualquer comício eleitoral uma garantia de sucesso. Em primeiro lugar é necessário escolher um local emblemático da cidade/vila ou localidade onde colocar um palco. As cadeiras para o público são essenciais porque desse modo o aspecto de enchente é mais facilmente conseguido. Adequar estes ingredientes à capacidade de captação de audientes que cada máquina partidária é capaz de conseguir mobilizar. Para o efeito, garanta-se o transporte dos mesmos, sugerindo o autocarro gratuito. O palco deve sempre adequar as cores do partido com o inevitável vermelho e verde de Portugal, sempre dando destaque ao slogan da campanha. Distribuir uniformemente o público evitando sempre os lugares vazios, juntamente com ofertas com o símbolo do partido. Para apimentar o comício a música deve fazer parte. Assim, sempre que possível a música ao vivo deve ser prioridade, seguindo-se impreterivelmente antes da prévia entrada do líder, o hino do partido. No final regue-se abundantemente com bandeiras e sirva-se sempre a horas dos serviços noticiosos televisivos.

depressão Futebolística

por António Simões, em 30.05.11

Nesta altura do ano em que os cães andam com cio, as flores desfloram sua beleza, o sol irradia com felicidade, os rios correm reluzentes para o mar, e tudo parece acordar para a beleza estival, existe uma espécie que entra em profunda depressão… o ser humano macho alfa (embora actualmente algumas fêmeas sofram da mesma maleita). Com efeito, depois da entrega da Taça dos Clubes Campeões Europeus ao Barcelona no passado sábado ter encerrado o final da temporada futebolística, a franja da população que sofre de futebolíte aguda entra num processo de enclausuramento que se assemelha em muito às hibernações de algumas espécies animais como o urso (que deve ser como se sente o Mourinho em relação ao Guardiola). Esta doença assume contornos perigosos nos directores de jornais desportivos, que na falta de notícias tornam-se os verdadeiros mestres na arte de encher chouriços. A todos os que padecem de futebolíte aguda, recordem-se que pelo menos este ano sempre têm a Copa America… com jogos às três da manhã. De qualquer modo, Agosto é já ao virar da esquina. Paciência.

dramaturgia Política

por António Simões, em 27.05.11

Um dos motivos de interesse na campanha eleitoral que se avizinha é o sobejamente conhecido, Paulinho das feiras. Este senhor, um exímio representante da melhor arte dramatúrgica política, surfa sempre na onda do meio onde se insere. Ao nível do guarda-roupa sabe adequar o mesmo quando: se apresenta a debate, veste a rigor, fato e gravata com camisa de botões de punho; num encontro de jovens, a camisa aberta até ao terceiro botão e os mocassins castanhos, dão um ar mais casual e descontraído para conversar; numa feira, o chapéu de palha ou a boina são adereços indispensáveis. No entanto, é ao nível do discurso que consegue surpreender. Quando eu pensava que a palavra remédio estava em desuso, vem este artolas falar como não sabe, ou pelo menos não é o seu estilo, para desse modo chegar ao coração dos portugueses, pois sem dúvida alguma que dizer-se remédio é mais aconchegante do que medicamento. Quanto a mim, esta forma de estar na política mais parece a história da carochinha, que se deixou enganar pelo lobo que afinal era mau.

finalmente o 1º Lugar

por António Simões, em 26.05.11

Depois de várias décadas a ocupar o 2º lugar nos mais variados indicadores económicos, sempre à sombra da amiga Grécia, finalmente chegamos ao primeiro lugar, e logo com elevada distinção. Não querendo ficar apenas pelas fronteiras europeias, chegamos ao topo do mundo. Para o ano de 2012, a astrologia económica prevê que Portugal seja o único país do mundo em recessão. Ou seja, seremos o pior local para se trabalhar e efectuar investimentos. Deste modo, neste singelo espaço de opinião pública, permitam-me dirigir um grande bem haja a todos os políticos que paulatinamente nos têm governado e conduzido a este pântano à beira mar plantado. Como prémio poderíamos oferecer a todos uma reforma condigna ao seu belo feito: uma estadia com pensão completa na reserva natural do serengeti... ouvi dizer que os leões por lá andam esfomeados.

pobre Pirilampo

por António Simões, em 25.05.11

Todos os anos faço questão de comprar, ou esperar que alguém me ofereça (como foi o caso deste ano, e já agora – obrigado) o Pirilampo Mágico. Para além dos nobres motivos que a campanha de per si engloba, o boneco está mesmo bem conseguido. É patusco, giro, engraçado e colorido. No entanto, na edição deste ano que comemora os 25 anos da mascote, a escolha das cores só pode em si mesma ser um reflexo do momento conturbado que vivemos. O boneco é branco com uns arrebites de prata ou cinzento (não se percebe bem), sendo a tira preta. E é aqui que reside o busílis da questão, pois para além da cor da tira, o ano da edição encontra-se ausente, tendo apenas como registo os 25 anos que se celebram. Não sei se a intenção foi mesmo essa, mas de facto é uma grande coincidência que no ano em que Portugal vai ao charco, a tira do Pirilampo não indique qual o ano em que o bicharoco foi criado. Só espero que tenham colocado cola suficiente para o pirilampo não cair e se desfazer a colecção. Pobre pirilampo mágico 2011.

os Tragabolas

por António Simões, em 24.05.11

 

Caso fossem 5 os hipopótamos, seria a mais perfeita alegoria destas eleições legislativas, representando os cinco partidos que disputam os assentos parlamentares. Pelo discurso de cada um, atacando-se mutuamente como feras indomáveis, onde a concórdia não parece ser possível, a realidade é bem mais dura do que este jogo de mesa para crianças. As bolas, claro está, são os nossos votos que cada um pretende com sofreguidão abocanhar...

pobre Taça

por António Simões, em 23.05.11

A frase que serve de lema para a campanha deste ano do FC Porto marca a realidade do adepto portista. Ao sê-lo, as vitórias e as conquistas são uma consequência inevitável. A presente temporada que ontem terminou com a conquista de mais uma taça, marca uma superioridade de tal modo avassaladora, que o número de golos do jogo de ontem pareceu querer mimetizar. Só é pena que o troféu não esteja à altura da equipa. Para além de pensarem na melhoria das condições do estádio nacional, também deveriam de pensar na melhoria da imagem da Taça de Portugal. Aquele troféu marreco e escanzelado precisa de renovação, para poder ser exibido nas prateleiras do museu do Dragão.

cola Dentária

por António Simões, em 20.05.11

Se existe alguma coisa que eu tenho verdadeiro pavor, de tal maneira que só de pensar me provoca suores frios e espasmos involuntários roçando por vezes o meteorismo, é o simples facto de se aproximar uma ida ao dentista. O trauma que ganhei de pequeno ainda não conseguiu ser suplantado pela maturidade que os anos passados deveriam conferir. Esta fobia foi ainda mais alimentada quando vi um documentário sobre a construção da Ópera de Sidney! Pelos vistos, um dos desafios de engenharia que o arquitecto deixou foi resolvido com cola. Mais precisamente uma cola epoxy não sei que das quantas, que é comummente usada nos consultórios de dentistas. Com essa cola conseguiram unir blocos de betão, permitindo a construção daquela bela obra. Ora, não vejo com bons olhos usarem esse tipo de cola na minha boca. Tudo bem que os dentes ficam firmemente grudados, mas se ocorre algum percalço, quem me garante que não cole mais nada? A única fatalidade que poderia ser benéfica para todos nós, era que certos e determinados políticos tivessem que ir ao dentista e este descuidadamente lhes colasse a boca. Será que o Alberto tem alguma carie para tratar?

vencemos outra Vez

por António Simões, em 19.05.11

Foi com esta fantástica vista, que assisti a mais uma vitória do meu FCP. A cidade de Dublin soube receber todos os adeptos portugueses, e estes souberam estar. A Guiness estava fresquinha, mas o melhor é não fazer contas para não entrar em crise. As finais são para ganhar, e com esta já são 3 que tenho a sorte de assistir. Obrigado FC Porto.

Já vencemos, já vencemos

Vencemos a taça outra vez

Já vencemos, já vencemos

Como em 2003

pontapé na Crise

por António Simões, em 18.05.11

Logo à noite, FC Porto e SC Braga dão o exemplo, ao ínicio do jogo, com o pontapé de saída incial que simboliza um verdadeiro pontapé na crise deste país. Escrevo estas linhas desde o Aeroporto Sá Carneiro, em vias de embarque para Dublin, junto com milhares, sim, milhares de pessoas que por aqui fazem o mesmo. Se crise existe, por estas bandas não parece, podendo mesmo concluir-se que é um verdadeiro lucho duas equipas portuguesas irem jogar para o estrangeiro. Pelo menos vamos para outro país roto, que com toda a certeza beneficia com o acontecimento.

mudar o Quê?

por António Simões, em 17.05.11

Esta pré-campanha eleitoral do PSD facilita de sobremaneira o trabalho de humoristas, escritores e aspirantes. Seria fastidioso comentar todas as calinadas políticas cometidas pelo candidato a PM e seus correligionários, pois iriam ocupar lugar permanente nas publicações que periodicamente assumem protagonismo neste espaço. No entanto não posso deixar passar em claro o lema de campanha do PSD, “Mudar”. Se a gramatica da letra do lema leva a conclusões diferentes das pretendidas (está na hora de mudar, passos coelho) tornado-se cómica a escolha, o mesmo não se poderá dizer no que vai na mente do Pedro, no que ao tema “mudar” diz respeito. Acho bem uma “mudança” ao nível do número de ministérios, mas é totalmente criticável a obliteração do ministério da cultura. Revela, da parte deste indivíduo, ideias que só posso encontrar paralelismo no tempo do Sr.. Oliveira, no qual mandava construir escolas em tudo quanto é esquina, mas só para aprender a ler e escrever, pois mais do que isso não seria conveniente. Esta ideologia de povo ignorante é povo controlado já teve os seus dias, pelo que “mudar” nesse sentido não é motivo de sorriso. Mudar, pelos vistos, é o que vai acontecer ao programa eleitoral do PSD em plena campanha, e espero que não vão em ideologias como estas, até porque já tiveram uma líder que disse que o melhor "era acabar com a democracia durante uns tempos para arrumar tudo". Pobre Portugal.

onde está o Ossama?

por António Simões, em 16.05.11

Passadas que estão duas semanas sem que tenha ocorrido nova ressurreição de Bin Laden, e com a confirmação da sua morte por parte da sua entidade patronal, a organização sem fins lucrativos Al-qaeda, estou em condições de me pronunciar sobre este acontecimento. Em primeiro lugar, congratulo-me com o seu fim, mas não partilho o entusiasmo carnavalesco dos americanos, que são tão católicos para umas coisas e para outras não. Em segundo lugar, habituado que estava à morte deste tipo, com posterior comunicação oral via Al-jazeera a dizer que afinal estava vivo e ia dar coça nos americanos para continuar com a intifada, foi com parcimónia que recebi a notícia de que o gajo finalmente finou. Ou melhor, finaram-no. O que cheira mal nesta história, são as pontas soltas dela. Afinal de contas, ao fim de 10 anos em que ninguém sabia do paradeiro dele, continua-se a exigir provas de que o tipo está verdadeiramente morto. A bem ver, e tendo em conta que o cadáver foi largado no mar alto, a única prova possível terá que se procurar no estômago dos peixes e afins que derem à costa vítimas da ingestão daquele animal. E com isto deixo um belo argumento para um próximo filme, numa mescla de C.S.I. com Rambo. Que película!

d-mail é D-mais

por António Simões, em 13.05.11

Tive o privilégio de folhear o último catálogo da d-mail. Como em todos, para além de toda a parafernália de artigos que compõem o cardápio, existem algumas novidades verdadeiramente excêntricas, e que acima de tudo revelam da parte de quem as inventou, um capacidade extra-sensorial de ver mundo. De outro modo seria impossível entender a concepção de artigos como ventoinha portátil que com o movimento das pás indica a temperatura, ou a almofada com chapéu de sol para leitura na praia. No entanto, nesta revista dei com um artigo que superou todas as minhas expectativas de estupefacção: a pinça agarra tudo com calçadeira. Os criadores deste artefacto, acharam que uma pinça telescópica para agarrar objectos que se encontram em armários distantes não era suficientemente funcional, e vai daí, acrescentaram a funcionalidade de calçadeira. Convém é que entre cada utilização das diversas utilidades deste artefacto se lave a pega para não contaminar os cheiros…

legalize It

por António Simões, em 12.05.11

No passado fim de semana ocorreram manifestações a favor da despenalização da cannabis, e mais do que nunca este assunto assume um protagonismo que deve ser discutido na praça pública. A exemplo do que ocorre na Holanda, o aparecimento de estabelecimentos de consumo desse vegetal, devidamente credenciados e controlados, permitiria fazer crescer um sector da actividade económica em Portugal que ainda não foi explorado, e que vai de encontro à necessidade da criação de negócios para estímulo da economia. Para além disso, estes espaços serviriam de centros de meditação e relaxamento como escape para a dura realidade que será esta horta à beira mar plantada nos próximos anos. E no fundo, poderíamos gerar assim um ambiente mais interventivo ao melhor estilo do grande Bob:

Get up, stand up

Stand up for your rights
Get up, stand up
Don't give up the fight

dois em Um

por António Simões, em 09.05.11

 

O Futebol Clube do Porto recebeu ontem o seu 25º troféu de campeão nacional de futebol. Venho por este meio mostrar a minha indignação e espanto, pelo facto de ter recebido apenas um troféu e não dois. E digo isto com toda a legítima propriedade que lhe confere a distância abissal para o 2º classificado. Acho que a constituição portuguesa em casos como este é omissa de artigos. Esta mostra de superioridade esmagadora (não só esta época como em épocas anteriores), deveria ser devidamente recompensada pela justiça que os números encerram. Ser campeão na última jornada quando se fez um campeonato deslumbrante, em nada se assemelha a conquistar o título na casa do campeão finado a cinco jornadas do final do campeonato. A continuar assim, o melhor mesmo será desfazer o tratado de Zamora e passar a jogar no campeonato vizinho. Pelo menos daria mais pica. Bibó PORTO.

dublin, 18 de Maio

por António Simões, em 06.05.11

Tal como tinha pedido num post anterior, a bem da minha saúde, a final da Liga Europa vai ter como oponentes o melhor clube do mundo (FC Porto) e o SC Braga. Desse modo poderei assistir de forma tranquila a um desafio de futebol ao mais alto nível europeu, numa final inédita entre equipas portuguesas que enobrecem o futebol português. Em toda a história da competição apenas 4 países tiveram dois representantes na final, aos quais se junta Portugal, no próximo dia 18 de Maio. Um bem-haja ao Porto e ao Braga, pela injecção de ânimo que fornecem à nossa colectiva depressão, com particular ênfase para o papel do clube minhoto. Na verdade, com a eliminação do Benfica, para além de olhar pela minha saúde, o Braga olhou pela saúde de 6 milhões de benfiquistas que deste modo se livraram de mais uma carga de porrada, ainda por cima em palco europeu. O melhor mesmo é alargar o plano de resgate do FMI ao orçamento do Benfica para a próxima época, pois tendo em conta que o desta temporada previa a conquista do campeonato e da liga dos campeões (Jesus dixit), o buraco deve ser tão grande que para encontrar o fundo do desvio, só mesmo com um submarino...

as Sequelas

por António Simões, em 05.05.11

Já passaram de moda, mas agora parecem voltar a estar na onda. As sequelas de filmes marcaram gerações com títulos tão intemporais como o Rambo (I,II, III e IV), Rocky (I,II,III,IV,V e VI), Academia de Polícias (I,II,III,IV,V,VI e VII), Tubarão (I,II,III e IV) entre muitos outros. Aqui pela tugalândia em tempos de austeridade e intervenção externa, um grupo de cidadão apartidários fundou o site www.pec5.com, no qual sugere “Crie o seu próprio PEC. Vamos transformar as suas medidas em petições para serem discutidas na Assembleia da República”. Em primeiro lugar, gostaria de lembrar que mentecaptos já temos de sobra, e a assembleia da república encontra-se fechada para obras. Em segundo lugar, e dirigindo-me a este grupo de bem intencionadas pessoas, sugiro que se gostaram do PEC I,II,III e IV, não se preocupem tanto com sequelas porque as mesmas não vão faltar pois a procissão ainda vai no adro.

procura-se Trevo

por António Simões, em 04.05.11

Pede-se a quem encontrar o trevo da sorte de José Mourinho, a gentileza de efectuar a sua devolução para o Estádio Santiago Bernabeu, Paseo dela Castellana, Madrid, a fim de repor a aura desportiva que de repente perdeu. Desde a perda do seu amuleto favorito, a cantilena que nos habituou anda desencontrada dos resultados que normalmente consegue, fazendo com que por este caminho qualquer dia esteja a falar para as paredes. O tipo de discurso começa a ficar demasiado gasto, e a pose com que profere o mesmo é cada vez mais evidente que se trata de actos de encenação. Uma coisa é certa: se algum dia a carreira de treinador já não tiver espaço para o seu imenso ego, o cinema poderá ser uma alternativa.

limpeza a Fundo

por António Simões, em 03.05.11

Para dar um cariz mais didáctico a este espaço, penso que uma vez por outra será útil fazer uso do mesmo para algum tipo de esclarecimento. De facto, um tema que por estes dias considero relevante para exercer a pedagogia é o défice. Com toda a certeza que o leitor sabe o que é o défice, bem como entende o motivo pelo qual subiu para 8,6% com a inclusão das imparidades do BPN e BPP, e para 9,1% com a inclusão do investimento nas SCUT. O que toda a gente se pergunta é: “porque raios não se lembraram disso antes?”. A meu ver o que se passou foi que alguém andou a varrer estes factos para baixo do tapete, e agora veio o pessoal do FMI e BCE fazer uma limpeza a fundo e descobriu a porcaria que estava por baixo das carpetes. O melhor mesmo será sacudir tudo bem para ver se não temos mais nenhuma surpresa.

o Submarino

por António Simões, em 02.05.11

Não pense o leitor que com este título vou partir para mais uma ode ao magnificiente Futebol Clube do Porto, depois de ter afundado com 5 torpedos o submarino amarelo na passada semana. De facto, a vitória é mais uma parcela da soma de encontros brilhantes nos quais o meu clube demonstrou o que habitualmente é, o melhor. Esta época já é para ficar na história. Na verdade, o cabeçalho versa sobre dois temas que se complementam: paulo portas e submarinos. O primeiro, tendo-se assumido como candidato a 1º ministro deste país, que paulatinamente vai ao fundo, será com toda a certeza o melhor timoneiro para o submarino que chegou no sábado de manhã ao porto de Lisboa. Afinal de contas, quem os encomendou foi ele, prevendo com alguma antecedência a necessidade de comandar o país nas profundezas do défice. Avante comandante Paulo, o fato de marinheiro está à sua espera. O pior é que a conta quem a paga é o zé pagode do costume.

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