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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

não te ponhas Fino

por António Simões, em 08.03.11

Aprendi esta frase com um sábio primo meu. Não deve ser lida com um ponto final, mas sim com duas exclamações e um ponto de interrogação. E é isso mesmo que o special one deveria de fazer. Tenho muito respeito pelo seu desempenho como treinador, ele é realmente o melhor do mundo, mas também é o melhor do mundo a espingardar por tudo quanto é lado. Não há vivalma que se mexa em que ele não mande a sua devida e sapiente castanhada. E quando o faz, faz. Não se põe com grandes delicadezas para dizer o que lhe vai na alma. Depois que não se admire de ser alvo de tentativas de agressão, como foi na passada semana na Corunha. O caneco é que o trevo de quatro folhas dele é tão grande, que quem levou a naifada foi o segurança, que só reparou no corte de 4 cm que tinha debaixo da axila ao entrar no autocarro. Como tudo, no final que se lixa é sempre o mexilhão.

que Exemplo

por António Simões, em 07.03.11

Os exemplos devem sempre vir de cima. Em tempos de crise, toda a poupança é pouca. Amanhã é dia de tomada de posse presidencial. Trata-se de um acto solene no qual o presidente eleito jura portar-se muito bem e fazer tudo como deve ser. Claro está, que associada a toda a cerimónia estão os gastos decorrentes dos bolinhos de bacalhau, croquetes, panados e champanhe do cocktail de entrada, e os gastos do banquete para os convidados. Acho muito honrosa esta cerimónia, quando da primeira vez, pois, tratando-se da segunda qual é o sentido da mesma? Se estamos numa de poupança não seria melhor abdicar desta tomada de posse? No final de contas o dono é o mesmo.

última Hora

por António Simões, em 06.03.11

O Fundo Monetário Internacional vai esta segunda-feira entrar em Portugal. A ordem não partiu como todos estavam à espera de Angela Merkl. O motivo que fez o nosso país vergar-se por esta instituição foi o jogo de futebol entre o S.C. Braga e o S.L. Benfica. No final do jogo 6 milhões de portugueses entraram definitivamente em crise profunda. Tal como José Sócrates, os discursos positivistas de Jorge Jesus não foram suficientes para afastar o espectro do FMI. Ao benfica restar-me-á desejar um profundo R.I.P..

43 Minutos

por António Simões, em 05.03.11

Até poderia ser o nome para um programa de televisão, não fosse dar-se o caso de 43 minutos não ser nem um meio tempo de um jogo de futebol, nem 1 hora inteira, nem nada que me venha agora à cabeça. Foi esse o tempo que durou a conversa entre o nosso José e a Angela dos teutónicos. Ora, tirando 2,5 minutos para cumprimentos da praxe, mais 2,5 minutos para se acomodarem, 2 minutos para fotos e 3 minutos para despedidas, sobra 33 minutos de conversa. Isto seguindo o pressuposto de que não houve interprete e falaram em inglês, com todas as dificuldades de entendimento sobejamente conhecidas. Enfim, a minha pergunta do milhão de euros é: como é possível em 33 minutos chegarem a um entendimento, depois de semanas de espectro de intervenção do FMI a pedido da alemona, perdão, alemã? Será que foi uma conversa ou mais um monólogo dominado pelo sotaque germânico? A meu ver, o melhor mesmo é o pessoal aqui pela Tugalândia preparar-se para a parte IV do filme PEC.

o 1000

por António Simões, em 04.03.11

Poderia não fazer qualquer referência, dando certo ar blasé de quem não dá qualquer importância ao assunto, mas como sou um rapaz muito normal, e é muito agradável este reconhecimento, tenho mesmo que dar o meu muito Obrigado ao pessoal do Blogs do Sapo, na pessoa do Pedro, que foi quem me transmitiu a mensagem na qual fazia referência ao facto do meu Blog estar nos destaques do dia de hoje. Sinto-me verdadeiramente lisonjeado e prometo continuar a verborreia por estas bandas cá do Norte, carago. Ao leitores, o meu muito Obrigado por dispensarem algum do vosso precioso tempo a ler os devaneios desta mente desvairada.

o Arauto

por António Simões, em 04.03.11

O encher chouriços dos programas da manhã é efectuado das mais diversas formas. Na SIC, a partir do meio dia vai para o ar o "Registo Criminal" que tem como apresentador o jornalista Hernâni Carvalho. O teor do programa passa por outros convidados que juntamente com os apresentadores mandam larachas acerca de casos de polícia. Mas o grande protagonista é sem dúvida alguma o jornalista. A maneira como expõe os casos e faz a sua justiça é muito peculiar, pois fala como se fosse óbvia qualquer solução por ele encontrada e desdenha de tudo do que não concorda. Um verdadeiro salvador da pátria. O homem que coloca pólvora nas canas, acende o rastilho e no final recolhe-as. Penso que os processos como faces ocultas, casas pias e apitos doirados com este homem, qual arauto da verdade, tinham os dias contados. O governo devia assim de dispensar as Morgados, os Monteiros e os Nascimentos para uma reforma antecipada porque o Hernâni trata de tudo. Ele vai ser o Liedson da nossa justiça... resolve.

os Rodapés

por António Simões, em 03.03.11

Não consigo perceber a existência de certos canais tipo o bloomberg, mas acredito que deve haver pessoal que se entende no meio daquela parafernália de informação, alguma da qual a passar tão depressa que quase é necessário pedir a repetição. O canal consiste num pequeno quadrado onde passa a programação, e rodapés a ocupar o resto do espaço. Esses rodapés devem ter inspirado os directores de informação dos canais portugueses, que passaram a incluir o maldito rodapé na parte inferior da imagem. E quando digo maldito, digo-o com toda a propriedade. Por mim, a urticária que me provoca deve-se ao facto de por vezes apanhar a parte final do rodapé, que me aguça a curiosidade, esqueço a notícia que estava a ouvir e fico sem saber o conteúdo da informação do rodapé, ficando à espera que ele volte a aparecer, tempo durante o qual não ligo ao que está a ser noticiado. Em geral, a informação pode levar a interpretações erróneas pois "...consumo de chocolate ajuda a combater o colesterol e problemas cardíacos..." pode dar origem a novos grupos de diabéticos mas com o colesterol impecável e corações de atleta. É que o problema destes rodapés é mesmo esse, usar-se linguagem bombástica ao nível dos títulos dos jornais Correio da Manhã e do Crime.

cozinha XXI

por António Simões, em 02.03.11

Recorda-me quando os programas de culinária eram apresentados por cozinheiros vestidos de avental e munidos com o tradicional chapéu. Apesar de nunca ter entendido o porquê daquele cilindro enorme em cima da cabeça, sempre achei que identificava muito bem o mestre da arte da cozinha. Hoje em dia as coisas já não são assim. No meu zapping de ócio domingueiro cheguei à conclusão que os modernos obreiros da cozinha para além de não usarem o chapéu, não usam avental e estão impecavelmente vestidos. Só pode ser para dar a imagem que cozinhar é tão fácil que eles conseguem faze-lo sem sujar a camisa da Sacoor ou a blusa da Burberry. Para além disso, durante a confecção a cozinha tem um aspecto tão limpo que parece nem estar a ser utilizada, mesmo quando fritam seja o que for... milagres da gordura que não salpica. Até aqui tudo bem, agora, sejamos francos, assistir a um programa onde a apresentadora cozinha de cachecol vestido é no mínimo ridículo e no máximo estúpido. A não ser que o use para limpar as beiças no fim de provar a comida.

que parvos que São

por António Simões, em 01.03.11

Gosto muito desta música dos Deolinda, principalmente pelo motivo de que a letra dá uma valentes pinceladas na realidade dos jovens de hoje. Música amada e odiada, toda a gente tem o seu direito de opinião. No entanto o que me parece, de todo, revestido de um extremo mal gosto, é a crítica negativa dos jovens do tempo da outra senhora. Jovens que ouviram músicas no seu tempo, que nós no nosso aprendemos a gostar e respeitar. Jovens que também são responsáveis pela situação em que estamos, que vilipendiaram o que conseguiram conquistar e colocaram os jovens de hoje a gostar dessa música. Sempre me disseram que respeita e serás respeitado, coisa que alguns jovens do tempo da outra senhora não se dignam de fazer. Que parvos que são.

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