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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

mata e Esfola

por António Simões, em 29.04.11

As notícias recentes do aumento galopante dos juros da divida pública grega, preocupam os analistas. É opinião generalizada a necessidade de reestruturação da dívida, manifestando ao mesmo tempo o receio de que o efeito de contágio se propague à Irlanda e a Portugal. Na realidade, estes conceitos económicos que mais do que nunca andam na boca dos portugueses, é matéria tão específica que muita gente não deve fazer a mínima ideia do que se trata (eu pelo menos ando um pouco à nora). No entanto, não é preciso ser muito inteligente para constatar que a entrada do FMI na Grécia mais se pareceu à estocada final, num país já de si moribundo, como estas notícias estão a comprovar. Isto da pressão dos mercados e do capitalismo sem regra dá viva cor a ditados populares como “um mata e outro esfola” e “morreu o bicho, acabou a peçonha”. Vamos ver se o nosso bicho não morre e ninguém lhe surripia o escalpe.

bola Invisível

por António Simões, em 28.04.11

O jogo da bola invisível, no meu tempo, era considerado o último reduto do fanático da bola. Na falta do objecto mais precioso num desafio de futebol, o pessoal recorria a este exercício da imaginação para se saciar da sede de futebol. Tentei rever algumas regras desta brincadeira de crianças, mas, na verdade, pareceu-me demasiado burilado para aqui tentar esclarecer os mais esquecidos, ou aqueles que nunca jogaram, devido à complexidade do jogo. Partilho esta memória com o leitor, porque ontem à noite, ao ver o encontro entre o Madrid e o Barça, cheguei à conclusão que o José Mourinho tem como princípio fundamental do seu estilo de jogo a essência da bola invisível. É a única conclusão possível ao analisar o facto de que nos grandes desafios que disputou desde que treinou o Inter e agora o Real, a posse de bola da sua equipa é a mesma que os votos do CDS, PCP e BE juntos. O jogo de ontem não foi excepção. Barça 72%, Real 28% é o mesmo que dizer que o Pep já venceu ao Mou… e à primeira volta.

um tiro dois Golos

por António Simões, em 27.04.11

Porque logo à noite temos um Real-Barça... uma mostra de génio.

olha para o que eu Digo...

por António Simões, em 26.04.11

Depois dos testas de ferro estarem cá vasculhando todas as nossas minudências, chegaram finalmente à tugalândia os representantes do Fundo Monetário Internacional e da Comissão Europeia, Poul Thomsen e Jürgen Kröger respectivamente, para com a informação recolhida começarem a fazer uso da faca de talhante para cortar a torto e a direito. Pelo exemplo da Grécia e da Irlanda, prevê-se que a serra comece a dilacerar subsídios de férias, 13ºs meses e pensões de reforma, entre outras coisas que pelos vistos estas sumidades financeiras consideram supérfluo. No entanto, o que verdadeiramente me intriga, é o facto destas individualidades serem conduzidas em carros topos de gama de preços exorbitantes e não lhes passar pela cabeça de que isso será talvez mais supérfluo que mandar às urtigas direitos dos trabalhadores que tanto costuram a conquistar. Não digo que reduzir a frota governamental de topos de gama seja a solução, mas pelo menos é um exemplo. De outra forma a imagem que dá mais se parece com o tipo que não se lava mas enfrasca-se de perfume.

25 de Abril de 2011

por António Simões, em 25.04.11

Penso que será possível transpor a semântica da expressão popular “o tempo apaga tudo” para as comemorações do dia de hoje, referentes às celebrações em torno do 25 de Abril de 1974. De facto, com o passar dos anos, a pompa e circunstância, bem como a participação da sociedade civil, têm vindo a decair de qualidade e quantidade. Esta efeméride, progressivamente perdeu o fulgor dos primórdios da democracia, quando a memória colectiva do estado novo estava ainda fresca na mente do pessoal. Parece que as agruras que uns passaram e outros apenas estudaram, já não passam de uma ligeira bruma nas nuvens do passado. As celebrações de hoje, mais do que nunca, exigiriam da parte dos políticos portugueses uma mostra de dignidade e exemplo, de onde se poderia destacar a manutenção das comemorações habituais em sede da Assembleia da República, mesmo estando a mesma dissolvida. Ao invés, vamos ter apenas um Presidente da República que na falta de capacidade oratória, teve que pedir a colaboração dos seus 3 antecessores no cargo. Pelo menos neste caso, mostra que é coerente... como o seu hábito é não comentar nem se pronunciar, o melhor mesmo será dar a outros essa missão. Já não chegava a ajuda externa, que agora temos o cravo murcho. Batemos no fundo. Vamos pois procurar àgua na fonte da inspiração dos capitães de abril e regar o cravo. 25 de Abril sempre.

um Presente

por António Simões, em 22.04.11

Apesar de ser 6ª feira Santa, feriado nacional, há quem trabalhe. Afinal de contas, tal como para haver países com rating AAA tem que existir outros com BB-, assim para haver pessoas a coçar a micose é necessário que haja quem arregace as mangas. Estando de mangas arregaçadas, não poderia deixar de mandar um bitaite depois de ter visto a foto da futura princesa de inglaterra, que com o leitor partilho no cabeçalho deste post. Na verdade, o que a eminência traz a cobrir a sua real cabeça foi um obséquio de um súbdito ligado ao campo da alta tecnologia de ponta. Acontece, que para a princesa não se perder nos novos e vários caminhos dos palácios reais, foi-lhe então oferecido este adereço que nada mais é que um satélite receptor de sinal GPS, que vai servir de orientação para a futura rainha de inglaterra.

obesidade Parlamentar

por António Simões, em 21.04.11

 

Um milhão e noventa e cinco mil euros. Escrito assim por extenso dá ainda maior impacto ao buraco no orçamento de estado que corresponde à alimentação dos 230 convivas do banquete da assembleia da república. A este valor ainda acrescem as despesas de representação que variam de acordo com proveniência de cada um. Acredito piamente que deputados haverão, que à boa maneira do desenrascanço tuga, fixem residências fictícias em locais longínquos só porque um tataravô qualquer lá molhou o pincel. Esta indignação é fruto de até ao momento não ter ideia do que auferia cada um dos 230 pançudos que elegemos por sufrágio universal. 3400 euros!!! Como é possível? Espero que o garrote do FMI não se vire apenas para asfixiar o Zé pagode do costume, e se lembre que em tempo de crise é preciso reduzir a gordura onde ela se acumula mais… literalmente falando.

em Branco

por António Simões, em 20.04.11

Coincidências ou não, acontece que por estes dias estou a ler um dos meus escritores favoritos na mesma altura em que o livro “Ensaio sobre a lucidez”, veio à ribalta da actualidade, pelas mãos do não menos polémico Marinho e Pinto. Pelos vistos, o actual bastonário da ordem dos advogados, advoga (que mais se pode pedir a um jurista?) que o pessoal deveria fazer o mesmo que a população da capital onde decorre a história por Saramago inventada, ou seja, votar em branco no próximo dia 5 de Junho. Na realidade, apesar de ser uma ideia algo alucinada e ao mesmo tempo muito lúcida, penso que o grande impacto não seria a interpretação política que desse facto decorreria, mas sim a poupança de tinta que essa medida tomada por todos poderia representar. No fundo o que o senhor bastonário pretende com essa poupança é desviar esse recurso precioso que pelos vistos nos últimos tempos tem escasseado nos tribunais portugueses, a tinta. Faça-se pois a colecta que para ócio já chegam as férias judiciais…

a Retroescavadora

por António Simões, em 19.04.11

O leitor mais atento deste espaço cívico de cidadania, perguntar-se-á qual o motivo porque até à presente data o redactor ainda não terá efectuado qualquer observação crítica à inclusão como cabeça de lista do PSD pelo circulo eleitoral de Lisboa do Sr. Dr. Fernando Nobre. De facto, a resposta encontra um motivo óbvio na medida em que a quantidade de material que diariamente sai acerca deste tema ser tão abundante que seriam necessários posts frequentes acerca do tema. Quando diz que se for eleito só aceita o cargo de Presidente da Assembleia da República e não o cargo de deputado, mais parece aquele puto tinhoso que só deixa jogar os outros com a bola dele desde que não seja ele a ir à baliza. Assim, e em jeito de resenha das últimas semanas em volta deste assunto, chego apenas uma bela conclusão: o Dr. Fernando Nobre, fruto das incongruências que revela no seu discurso, assume-se na forma mais humana possível como uma retroescavadora, pois quando pensa que não pode descer mais na consideração de uma pessoa mais atenta, consegue escavar mais um pouco para ir ainda mais ao fundo.

negócio da China

por António Simões, em 18.04.11

Já tinha uma vaga ideia do que a expressão “negócio da china” encerrava como conceito geral, mas no entanto, só agora é que interiorizei completamente esta peculiaridade ao procurar entender o modelo de funcionamento das agências de rating. Nunca se falou tanto nesta área da actividade económica como nos dias de hoje, em que Portugal aguarda notícias dessas agências como um enamorado espera o telefonema ou sms da pessoa amada. No entanto neste caso, a relação tem sido consecutivamente preenchida com sucessivas “tampas” e pior do que isso é que ainda por cima paga-se para isso. Pois é! Fico verdadeiramente impressionado ao saber que pagamos a estas agência para que elas digam que o nosso grau de atractividade para um potencial investidor é igual a lixo. Se isto não é o melhor exemplo de Sadomasoquismo numa escala pornográfica, então já estou como o outro “só sei que nada sei”.

fantasporto 2012

por António Simões, em 15.04.11

Quem acompanha os noticiários da televisão, normalmente, e principalmente nos últimos meses, não recebe muito bom tempo da boca dos pivots de informação, e com isto não me refiro à meteorologia. Na verdade, o passado recente das notícias que nos vão sendo veiculadas, e usando uma metáfora, mais parece o clima da Sibéria durante grande parte do ano, frio, seco e com vento. Não há serviço noticioso televisionado que dê boas notícias. Desde: Portugal está em crise; não há dinheiro para pagar os salários; o FMI vêm aí; desgraça em terras nipónicas; as taxas euribor vão aumentar; o Jorge Jesus voltou a fazer madeixas; e por aí fora. Tudo isto, deu-me uma grande ideia. Para a próxima edição do Fantasporto vou concorrer com uma longa-metragem de notícias da televisão, na categoria de cinema de terror. Quem se lembrar do mesmo pode tirar o cavalo da chuva que já registei a patente da ideia. Tenho por certo o sucesso, e a procissão ainda vai no adro, que com a próxima campanha para as eleições legislativas vai ser um gastar de DVD's.

promiscuidade Hospitalar

por António Simões, em 14.04.11

Depois da moda das séries ficcionais de escritórios de advogados, nos últimos anos temos assistido a uma autêntica epidemia de séries cuja acção envolve o ambiente hospitalar. Normalmente o conteúdo varia, mas há uma semelhança a todas elas – a promiscuidade. Em qualquer uma delas é um regabofe de relações afectivas entre todos os protagonistas, sendo que quanto mais tempo dura a série, maior a probabilidade de todos já se terem enrolado uns com os outros. Até aqui tudo, pois será normal estabelecerem-se relações entre pessoas livres e descomprometidas, tendo em conta o tempo que passam juntas. O que não me parece de todo normal, é que a rotina diária de um Hospital inclua uma grande probabilidade de abrir uma porta de um armazém ou de um WC e dar com a intimidade de um cirurgião com a enfermeira. E como estamos em tempo de crise, não me parece correcto que o tempo de expediente destes profissionais seja para efectuar este tipo de endoscopias. Afinal de contas pagamos impostos para quê?

passatempos

por António Simões, em 13.04.11

Já quando era pequeno, sempre me disseram que as fisgas eram perigosas. Como não lhe dava muito jeito com as fisgas que atiravam pedras, tinha uma versão mais tecnológica que utilizava os fios de cobre que serviam para fins eléctricos. De qualquer forma, sempre fui um rapaz ajuizado e nunca feri nenhum ser vivo digno do nome com este tipo de utensílios. O mesmo não se poderá dizer do nosso Presidente. Pelos visto, um dos seus escapes é o tiro ao alvo com fisga, tal como se encontra retratado na imagem de cima. O pior, é que com este passatempo, o alvo somos todos nós e o resultado está à vista. É melhor alguém lhe oferecer um baralho de Tarot, e assim passar a fazer a leitura dos astros, para prever como vai sair da embrulhada em que se enfiou...

bem Vindos

por António Simões, em 12.04.11

Ao contrário de todas as opiniões que garantem que esta crise política vem na pior altura possível para o país, eu considero que não poderia ter vindo em melhor altura. Até acrescento que esta data é a melhor e mais idílica possível para a vinda de uma ajuda externa para a Tugalândia. Não considero o nosso país uma terra de brandos costumes, e a prova disso são as nossas tradições. Como todos sabemos, estamos em época de Páscoa. Altura para tirar as melhores loiças do armário, fazer a limpeza da casa, limpar os passeios com o Karcher (aquela máquina que manda água à pressão, capaz de arrancar um dedo com o jacto), sacudir os tapetes, colocar a toalha de linho na mesa, bem como o pão de ló, os doces da época e a garrafa de Raposeira (normal que não estamos em tempo de Reservas). Tudo para receber com distinção as visitas que acompanham o compasso Pascal. Assim, ao melhor nível possível, com os senhores do FMI a agitarem a campainha, anunciando a sua chegada, saibamos ao nosso melhor modo hospitaleiro de receber, fazer com que se sintam em casa. Até porque agora isto vai passar a ser deles…

puxar o Lustro

por António Simões, em 11.04.11

Com 23 vitórias, 2 empates e a conquista do campeonato a 5 jornadas do fim, o FC Porto alcançou ontem a sua 14ª vitória consecutiva, elevando para 24 o número de desafios dos quais saiu vencedor. Para alguém suficientemente atento, estes números revelam uma avassaladora superioridade em relação a todos os restantes rivais. Tendo em conta estes factos, considero que deve ser difícil nestes últimos encontros do campeonato manter os níveis atingidos. O mesmo não pensou um jornalista da Antena 1, que comentou o encontro de ontem entre o Porto e o Portimonense. Para esta sumidade futebolística, o jogo do Porto “foi fraco”, “não puxou do lustro”, ao contrário do seu rival, uma equipa que desesperadamente foge à despromoção, e “acabou por não ter sorte no resultado”. Este tipo de opiniões jornalísticas não deveriam ter da minha parte qualquer análise, no entanto não consigo ficar indiferente a tamanha imbecilidade. Assim, pergunto-me quem terá mais motivos para puxar o lustro: se o Porto cujo único objectivo actual é quebrar recordes; se uma equipa que evita a descida de divisão? Ao jornalista sugiro que cada vez que fale do Futebol Clube do Porto antes de tudo, o primeiro que deve fazer é pedir licença e se faz favor…

censos 2011

por António Simões, em 08.04.11

O levantamento estatístico que este ano está a decorrer, foi elaborado com muito boa intenção, mas revela uma falha inadmissível, que peca por omissão. Em Portugal, o fenómeno futebolístico tem um peso cultural muito relevante, capaz de gerar muitas emoções e controvérsia. Na verdade, à anos que se alimenta uma dúvida sobre o número de adeptos dos principais clubes, pelo que, e tendo em conta que o questionário dos censos faz perguntas sobre tudo e mais alguma coisa, teria sido muito interessante incluir um campo para a pessoa se identificar clubísticamente. Se perguntam a religião, vencimento, ou se tem onde fazer as necessidades e outras coisas mais, porque não procurar saber e relacionar a faixa etária com a equipa do coração? Era bom, e de salutar importância para as tertúlias de café de domingo à tarde, acabar de vez com a dúvida dos 6 milhões de benfiquistas que, quanto a mim, talvez não sejam assim tantos.

pela minha Saúde

por António Simões, em 07.04.11

Tento ser politicamente correcto, porque tenho que respeitar todos os credos e cores, que gentilmente me presenteiam com a sua leitura assídua deste meu espaço de intervenção. Assim, não desejo o mal de ninguém, mas muito menos o meu. Tudo isto para dizer que não sei se a minha saúde aguenta mais jogos entre o Porto e o Benfica. É o único jogo de futebol que eu assisto com a TAS e TAD em valores de risco e com o sistema nervoso parassimpático tão activo que até me provoca meteorismo, mesmo sabendo previamente que o habitual é o Porto dar no corpo como gente grande ao Benfica. Esta época já tivemos, e vamos ter, encontros suficientes para a minha resistência. O recente sorteio da Liga Europa (ou euroliga como diz o Jesus, confundindo-se com a competição de basquetebol), ditou que se ambas equipas passarem as seguintes eliminatórias defrontar-se-ão na final de Dublin. Obviamente que o meu FCP vai lá chegar, pois até já recentemente conheceu o caminho. Assim, a bem da minha saúde, espero que os Holandeses se inspirem nos seus heróis, de Cruiff a Van Basten, passando por Gullit e Rijkaard, e a final seja portuguesa entre o Porto e o Arsenal de Braga, e desse modo ninguém me poderá acusar de não ser patriota.

bola de Neve

por António Simões, em 06.04.11

Qual bola de neve a descer de uma íngreme encosta do alto de uma montanha, a crise política desencadeada com a dissolução da assembleia da república não para de crescer e assumir proporções gigantescas. Se já era suficientemente mau para Portugal a embrulhada em que estas bestas políticas nos enfiaram, a sua inactividade só faz  temer o pior. Os juros da dívida pública não param de aumentar, e já se chegou à conclusão que todos consideram que a entrada do FMI mais tarde ou mais cedo vai acontecer, sem que haja alguém que se assuma responsável por isso. Os líderes dos dois principais partido, preferem entrar numa guerra verbal. Esta discussão mais parece um filme de terror. A cena passe-se num restaurante num sopé de uma montanha, onde depois de um repasto abundante é necessário pagar a conta. À mesa senta-se Sócrates e Coelho, e o empregado que traz a soma é Cavaco. Enquanto discutem sobre quem se deve chegar à frente, a bola de neve corre direitinha para o restaurante, e vem cada vez maior…

serviço Público

por António Simões, em 05.04.11

A crise também já chegou à televisão pública. Ainda bem! Apesar de considerar de vital importância para a integridade cultural do nosso país a existência de um serviço público de televisão, não acho que o mesmo seja um sorvedouro de recursos. A recente transferência de Judite de Sousa e de José Alberto Carvalho, trouxe mais lenha para a fogueira da discussão da despesa do estado com as suas instituições. É possível fazer serviço público de televisão com orçamentos mais baixos, e os vencimentos que estes pivots (e outros que ainda lá andam) auferem são no mínimo escandalosos. Agora, a bem da saúde dos que ficaram, o melhor é mesmo contratar mais dois ou três. Caso ainda não tenham reparado, os únicos apresentadores do Telejornal nas últimas semanas, para além dessa função, desdobram-se em vários outros programas. O resultado está à vista: o João Adelino Faria está em depressão e só continua a apresentar sob efeito de potente medicação; o José Rodrigues dos Santos pediu férias, tendo o seu pedido sido aceite com a vantagem de lhe pagarem a estadia de pensão completa na… Líbia.

épico e Arrepiante

por António Simões, em 04.04.11

Palavras para quê, as imagens falam por si...

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