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E porque não eu?

terapia de reflexão para mentes livres e com paciência, SA ou Lda não interessa, pelo menos pensar não paga impostos

E porque não eu?

conselho de Estado

por António Simões, em 31.03.11

Se fosse na euronews, inseria este post na secção "no comment". Trata-se do caderno de notas do sr Presidente, no final da reunião do conselho de estado de hoje.

uma Adenda

por António Simões, em 30.03.11

Como é de conhecimento geral, qualquer jogador de futebol que inicie novo contrato com um clube, antes de colocar o preto no branco, é sujeito a uma série de provas e exames médicos, para ver se está tudo bem. Lá diz o ditado que a cavalo dado não se olha o dente, mas como nestes casos o cavalo não é dado, sendo às vezes até bem pago, não só se olha o dente como a boca, olhos, pernas e tudo e mais alguma coisa. Os acontecimentos políticos dos últimos dias permitiram-se chegar a uma conclusão. É necessário que na próxima revisão da constituição, se passe a incluir que os candidatos à presidência da república sejam sujeitos a exames médicos, tal como os jogadores da bola. É da maior relevância que todos sejam sujeitos a electroencefalogramas, de modo a verificar a existência de actividade cerebral, pois, o papel do nosso presidente nestes conturbados dias de crise política não revelou grande corrente eléctrica naquele cérebro. Em vez de se pronunciar sobre a situação corrente, prefere andar a fazer de guia para o príncipe que nunca vai ser rei.

já Chega!

por António Simões, em 29.03.11

Ao que tudo indica, a Assembleia da República vai trabalhar a meio gás, até às próximas eleições legislativas. Tudo bem que a velocidade normal não é de ficar tonto, nem muito menos caso para os deputados terem qualquer tipo de esgotamento, mas pelo menos sempre iam adiantando qualquer coisa. Neste período têm mesmo desculpa para fazerem o que são exímios a fazer, ou seja, nada. Desta forma, muitos projectos de lei e reformas vão ficar na gaveta. Recebi esta informação com alguma parcimónia, mas não pude deixar de ficar indignado, quando soube o inquérito parlamentar ao desastre de Camarate vai ficar pendente. O quê!? Isto ainda anda a ser investigado? Anda dinheiro público dos contribuintes a servir para investigar o quê? Sinceramente senhores que andam a investigar este assunto, acho que isto já cheira pior do que os cadáveres das vítimas desse desastre. Deixem os homens descansar em paz.

o canto do Cisne

por António Simões, em 28.03.11

Depois de apurada investigação clínica, chegou-se ao diagnóstico. Cristiano Ronaldo sofre de internacionalite aguda. Trata-se de uma maleita que afecta 1 em cada 100 estrelas do mundo do futebol, que se traduz por uma aversão a representações oficiais pela selecção nacional do seu país de origem. No caso do craque tuga, a proximidade de jogos da equipa das quinas, provoca uma debilidade aumentada da sua capacidade atlética que se manifesta em lesões, impedindo-o da sua contribuição futebolística. Em CR7, este problema chega mesmo a extremos, pois para além da sua ausência frequente nas convocatórias, quando está, é como se não estivesse. Tenha-se como exemplo o período de tempo em que não facturou único tento pela nossa selecção, enquanto que pelas equipas que lhe pagam o ordenado, facturava tantos golos que mais parecia uma caixa registadora do Continente ao sábado à tarde. Especialistas internacionais foram contactados pela Federação Portuguesa de Futebol, para obterem uma resposta célere, de modo ao 2º melhor jogador do mundo dar o seu contributo à equipa de todos nós, e não ter um canto do cisne em cada jogo de Portugal.

tributo aos Queen

por António Simões, em 25.03.11

 

Porque não renego as origens, sempre gostei, e agora até fazem 40 anos de existência, uma singela homenagem neste blog a um grupo intemporal, que enchia estádios como mais ninguém. Até porque sabe bem um pequeno intervalo na discussão política. Apreciem.

legislativas 2011 (I)

por António Simões, em 24.03.11

Como vinha profetizando em vários posts desde as presidenciais, as eleições legislativas são agora uma realidade. Realidade essa, fruto da falência do sistema partidário representativo da actual Assembleia de República. É minha convicção cada vez maior, que este modelo político se encontra esgotado. O feudalismo, as monarquias ou as ditaduras (fascistas e do proletariado), que a seu tempo tiveram a conivência popular, caducaram e revelaram-se obsoletas, podendo o mesmo ocorrer a esta democracia assente num partidarismo bacoco e sem ideologias que verdadeiramente diferencie as varias correntes.

A prova do que digo teve ontem assento em plena votação do PEC IV. Como é possível entender que o chumbo se desse com votos favoráveis de partidos tão diferentes como o Bloco e o CDS, ou o PCP e o PSD? Ao chumbarem o projecto, apoiado pelo Banco Central Europeu e Concelho Europeu, não terão chumbado mais nada? É inacreditável que a procura de um entendimento só tivesse uma figura, Sócrates, estando todos os restantes mais preocupados no caciquismo partidário e na crescente ânsia de poder! Já estamos habituados ao marasmo do Presidente, mas desta vez transpôs a fronteira do ridículo e da inoperância. Todos pensaram em tudo, menos no mais importante, Portugal. Só mesmo uma conclusão se poderá tirar. Na verdade os políticos consideram que a necessidade de eleições se manifesta na vontade de existência de um governo de maioria absoluta. Parece que só assim é possível governar em Portugal, pois o selo do diálogo e de cooperação já está gasto e não cola. É caso para dizer que para fazer porcaria (para usar um eufemismo), mais vale um governo maioritário, porque pelo menos tem autoridade para a fazer. Eu digo, Sócrates amigo, o Mané está contigo, porque para mim de todos os candidatos a fazer porcaria, a tua será a que cheira menos mal.

grande Mário

por António Simões, em 23.03.11

Ninguém poderá refutar que Mário Soares é uma figura de incontornável grandeza do nosso país, uma verdadeira instituição viva, que se deve respeitar, e parar, para ouvir sempre que fala. No lado oposto, temos um Presidente da República que se revela como o paradigma da inércia. Na actual crise política que se vive em Portugal, caberia à figura presidencial uma posição clara e célere para se evitar cair no pântano que se pode vir a tornar a tugalândia, pela mão de eleições antecipadas. No entanto, o seu papel tem sido o mesmo que o de um tipo que vai ao cinema com um pacote de pipocas na mão, e na outra uma lata de coca-cola. Que lata! E ainda dizia na tomada de posse que iria passar a uma presidência activa. Ponha os olhos e ouvidos no grande Mário, senhor presidente, mais velho que o senhor, mas esse sim activo. Espero que ouça os conselhos que ontem ainda disse, e intervenha a tempo de evitar uma desgraça. Porque do lado dos políticos "activos"!? o que querem todos, é o mesmo... poleiro.

 

sueca Verde

por António Simões, em 22.03.11

São 6 ao todo. 6 candidatos que querem pegar num clube moribundo, mais em vias de extinção do que o próprio animal que ostenta como símbolo. Se os funcionários japoneses que tentam arrefecer o reactor nuclear são heróis, estes 6 não ficam atrás na loucura em que se querem meter. Um bem haja a esta gente que quer levantar do chão esta nobre instituição, que bem falta faz ao panorama futebolístico português. Agora, estas eleições, mais parecem um jogo de cartas, e se só fossem 4 os candidatos, até que poderia ser equiparado a um jogo de King onde cada um quer ditar o trunfo. O trunfo vem sob a forma de treinador. Se nas cartas temos o às de copas, paus, espadas e ouros, no Sporting temos o Domingos, o Rijkaard, o Van Basten e o Scolari. Os eleitores indecisos pedem mais, querem saber o resto do jogo, e pedem nomes de jogadores, não se importando que sejam maças podres... é que às vezes basta raspar um pouco que o que está por baixo está bom...

eleições em Junho

por António Simões, em 21.03.11

Um jornalista que escreve num jornal (desculpem mais este pleonasmo) que por motivos de propaganda não o posso publicitar, apenas posso referir que tem algo de relacionado com o astro rei, teve uma particularmente perspicaz análise da data das previsíveis eleições legislativas que vão decorrer fruto da instabilidade política que vivemos. Assim, ele considera que as eleições devem de ocorrer no próximo mês de Junho, tendo em conta que o PEC IV vai ser refutado pela oposição ao governo. O mês foi aritmeticamente assim considerado pelo facto de serem necessários um período mínimo de 60 dias para a convocação de eleições pelo presidente da república. No entanto este oráculo jornalístico vai mais longe, apontando datas para o escrutínio. Domingo dia 12, não porque na sexta dia 10 é feriado. Domingo dia 26, não porque quinta dia 23 é feriado e pode dar lugar a obras de engenharia. Assim sobram os dias 5 e 19 de Junho. Eu só não percebo qual o problema das eleições serem nos domingos de fins de semana prolongados, pois, se estamos em crise o pessoal está teso e não tem graveto para ir de férias, logo portanto, até será um bom programa para sair de casa. A não ser que a crise não seja assim tanta e há sempre um porquinho para partir e juntar uns trocos para dar uma volta, borrifando-se para as eleições e fazer o que é mais habitual pelo pessoal da tugalândia: estar de papo para o ar enquanto outros jumentos mais ajuizados decidem por eles.

 

zanga de Comadres

por António Simões, em 20.03.11

Tenho muito respeito por ditados populares, pois encerram na sua essência verdades inquestionáveis. O verniz estalou e a coisa está mesmo muito negra, da cor do petróleo que a tantos interessa. Já anteriormente fiz referência num post sobre a posição que os governos ocidentais assumiram perante a revolução de jasmim, versão Líbia. O resultado final está à vista, zangaram-se as comadres e descobrem-se as verdades. Se pelo lado dos bons, a opinião destes acerca do déspota Líbio foi finalmente desbloqueada, a fachada de Kadhafi caiu por fim e o próprio ameaça com intervenções militares ao nível do mediterrâneo. Esperemos que este conflito fique auto-limitado e não contagie o extremismo islâmico, já de si tão volátil. É que a Líbia é mesmo aqui ao lado...

dia do Pai

por António Simões, em 19.03.11

Para um leitor assíduo, para recordar o que assistimos ao vivo e a cores. Feliz dia.

os Amiguinhos

por António Simões, em 18.03.11

Em Portugal, já existe um sábio das profecias, que habitualmente faz a sua previsão política aos domingos à noite. Não querendo colocar o homem no fundo do desemprego, não procuro a sua substituição, mas tenho o direito de fazer os meus prognósticos. Assim, para além de já ter referido que as presidenciais deste ano seriam um primeiro acto das legislativas que, mais dia menos dia, paulatinamente vêm a caminho, considero que a revolução de jasmim na Líbia vai dar uma reviravolta para a contra-revolução da urtiga. Pelo que se assiste, dá a sensação que as forças governamentais estão a ganhar terreno no terreno. Ora, no caso de vitória dos leais de Kadhafi, o que vai ser dos políticos ocidentais que anteriormente, e com a rapidez do mais destemido pistoleiro do oeste, lhe apontaram o dedo de déspota incorrigível. Claramente que concordo com a afirmação, no entanto, pergunto-me porque é que só se lembraram nessa altura de o acusar? Quando convinha, vendiam-se armas e toda e mais alguma coisa e o tipo era um porreiro, depois era o alvo a abater, e a seguir, que será? É bem verdade que é pela boca que morre o peixe...

jornais Desportivos

por António Simões, em 17.03.11

Ainda sou do tempo em que os jornais desportivos não eram diários. É verdadeiramente admirável o exercício criativo que os jornalistas destas publicações têm de fazer para, diariamente, nos presentearem com as mais diversas informações do mundo desportivo, principalmente no que diz respeito ao futebol. Então na época do defeso, que antecede a competição, essa imaginação roça a fronteira da fantasia! Normalmente a informação divide-se nas crónicas dos 3 grandes, nos outros, no futebol internacional e umas 3 páginas (num total de 50) de outras modalidades. Por isso, achei curioso que na página da internet para além destes temas, divididos em separadores, tivessem acrescentado o tema Real Madrid. Resta concluir que ou o que se passa em Portugal não tem matéria suficiente para a informação desportiva, ou então não temos mesmo pinga de orgulho lusitano e achamos mais interessante o que se passa lá fora. De certeza que as referências a Portugal nos jornais desportivos espanhóis se resumem a naturalidade do ronaldo e do mourinho… pobre D. Afonso Henriques, para quê tanta luta...

que Lata

por António Simões, em 16.03.11

Todos sabemos e verificamos, que nos últimos tempos a política assemelha-se aquele jogo que duas equipas puxam uma corda, e a vencedora é aquela que consegue arrastar a outra para o seu lado da linha divisória. Neste caso, a linha será a metáfora das eleições antecipadas. O governo, oposição, e presidente da república estão todos numa demagogia doentia, na qual se criam artimanhas das mais diversas formas de convocar eleições, sem se culpabilizarem pela necessidade das mesmas. É um jogo do empurra a responsabilidade para o outro lado. O zé pagode, assiste. Agora, depois do que foi noticiado ontem, acho que quem deveria de convocar eleições seria o povo. Então toda a pratica desportiva será taxada a 23% de IVA enquanto que o Golf será um regime de excepção com IVA a 6%? É que nem as pastas dos dentes nem o papel higiénico são tributados à taxa mais baixa! E até deveriam, para assim a crise não ser desculpa para os políticos deste país lavarem a boca depois das barbaridades que dizem e limparem a porcaria que fazem.

o lobo Mau

por António Simões, em 15.03.11

Irónico, mas real. A tomada de posse do nosso presidente no passado dia 9, para além de ser dia de jejum, foi no dia do enterro do Carnaval. Fiel à tradição, o sr. Silva arrumou a máscara da cooperação institucional do anterior mandato e passou de cordeiro a lobo mau. Adoptando as melhores tácticas de guerrilha subversiva, o discurso da praxe foi uma declaração de guerra (já anunciada) ao governo. Como hienas, a bancada do PPD/PSD aplaudia efusivamente as incursões ofensivas do seu mentor espiritual. Fiel seguidor, o sr. Coelho opta pelo discurso de contenção das suas hostes, prontas que estão para se banquetear na mesa da república. O pedido de ontem do sobrinho para uma audiência com o padrinho, mais do que uma reunião de família, será talvez um alinhavar de estratégia e um acertar de arestas? Perante isto resta concluir que se o que actualmente temos é mau, o que poderá vir a seguir não será melhor. Sobra o papel de cordeirinho para o zé pagode do costume.

 

as Opiniões

por António Simões, em 14.03.11

Galopantemente se assiste ao incremento da extrema direita em terras gaulesas, ao mando da benjamim da família Le Pen. Em Portugal e por Toutatis, não poderíamos ficar atrás até porque somos fervorosos seguidores das modas francesas. Na pessoa do recem empossado bastonário da ordem dos médicos, tivemos o privilégio de ter a mais recente intervenção xenófoba dos últimos tempos da tugalândia. Se já era grave existirem médicos que publicam textos a comparar a homossexualidade a doenças e algo que está fora do género humano, mais grave só poderia ser o representante máximo desta mui nobre e idónea instituição de vir a público defender os colegas. Para este individuo como estamos num regime democrático, todas as opiniões são livres de ser expressas. Enquanto um burro fala, o outro baixa a orelha, e no caso do senhor bastonário vergar a orelha não será suficiente, o melhor mesmo é estar calado, e digo isto com toda a propriedade que tenho em expressar a minha opinião.

devagar Não

por António Simões, em 12.03.11

 

Os espanhóis, por motivos de poupança, reduziram o limite de velocidade das auto-estradas dos actuais120 km/hpara os110 km/h. Esperam com esta medida uma poupança considerável no consumo de combustível, logo agora que está tão caro que vão passar a chamar ao ouro de petróleo dourado. Mas sejamos justos, quem é que anda a essa velocidade? De que serve um carro marcar no velocímetro220 km/h. Se realmente houvesse vontade de diminuir o que quer que fosse, então fazíamos tudo à moda soviética e passávamos a andar todos de Ladas dos anos cinquenta de cor cinzenta, que não passam dos90 km/h. Fico chateado com esta medida, logo agora que estava a pensar comprar aquele Ferrari amarelo que vi numa montra no outro dia, que vai dos 0 aos180 km/hem 12,98 segundos. Vou mas é andar de bicicleta.

os Altruístas

por António Simões, em 11.03.11

Com a revolução do jasmim a chegar à Líbia, nomes como Beyoncé, Mariah Carey, Usher, 50 Cent e Nely Furtado, ficaram na berlinda por terem efectuado actuações de nível particular para o clã Kadhafi. Tem sido noticiado a doação do dinheiro auferido por alguns destes artistas para instituições de caridade. O curioso é essa benevolência e filantropia só ter ocorrido agora, em alguns casos passados alguns anos do serviço prestado. Parece que só agora é que o mundo acordou para a triste realidade em que este povo estava inserido. Não nos chegava termos governantes hipócritas que passaram de amigos inseparáveis, a acusadores implacáveis do regime ditatorial Kadhafiano (lembrem-se da estadia dele em Portugal, onde literalmente montou a tenda), que agora temos os artistas arrependidos. Já diz o povo que só nos lembramos de Santa Bárbara quando troveja.

o Emplastro

por António Simões, em 10.03.11

Podem achar que é malhar no ceguinho, mas não resisto a deixar passar a efeméride sem dizer o que me vai na alma. O nosso presidente tomou posse, do que já era dele. Já anteriormente critiquei este pleonasmo, sendo que na cerimónia de ontem confirmaram-se alguns exageros de redundância. Nomeadamente o número de veículos que acompanharam o séquito presidencial. Motorizadas da BT eram tantas, que na reportagem do noticiário seria impossível contabiliza-las. Devia de haver ontem mais motas que no Giro, Tour e Vuelta juntos. Exagerada foi também a importância que se deu ao atraso de Sócrates na cerimónia de cumprimentos ao presidente, pois no final de contas, o desleixo é uma metáfora da importância que se dá á figura presidencial, nenhuma. Mas o que realmente não percebo é o papel da esposa do senhor presidente. Rivalizando com o emplastro, a sua presença secundária da figura presidencial conta com um número de participações tão elevado que o titulo pode vir a ficar renhido. Na minha perspectiva minimalista, quando se votou para a presidência da república, votou-se numa pessoa e não num casal…

 

será Desta?

por António Simões, em 09.03.11

Não se tratando de uma notícia, na pura essência da palavra, Pedro Santana Lopes fez na crónica desta sexta-feira um pré-anuncio de saída. É qualquer coisa como quando estamos na casa de uns amigos, no hall de entrada, já na hora das despedidas, enquanto se trocam os últimos cumprimentos e nos sugerem se não queremos tomar mais um chazinho com bolachas de manteiga, mas não, não pode ser porque temos mesmo de ir embora. Claro que no caso de Santana, e ao melhor estilo que nos tem habituado, há sempre a possibilidade de reconsiderar a retirada quando lhe sugerem mais um pouco de tempo a trocar o calor das amizades. Espero eu, que desta vez, o chá já tenha acabado e as bolachas estejam fora do prazo. Os portugueses agradecem e as discotecas enriquecem.

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